segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Made in Portugal


Cada vez que compro uma peça de roupa a minha mãe pergunta-me onde foi feita. Mera curiosidade, penso eu. Mas desde sempre, quando eu dizia que era de fabrico português, ela ficava claramente mais satisfeita. A minha mãe tem 70 anos. E como tal pertence a uma geração em que o Made in China era incomum. Não se via, a China era assim uma coisa muito looonge... Agora, o incomum é descobrir uma peça que não seja Made in China. Ou Made in RPC, como também já me apareceu. Quer se compre numa loja com nome italiano, francês ou espanhol... vai-se ver e vem tudo do mesmo bolo. Afinal, sendo assim qual é a diferença entre comprar numa loja daquelas que todos os centros comerciais têm ou comprar no chinês? Creio que a minha mãe sente saudades de ver uma peça de tecido qualquer que se vista e seja de fabrico nacional. E eu gostava mesmo de saber por onde andam as nossas criações? As nossas costuras, os nossos trapinhos, onde param? Onde se compram? Numa pequena tentativa de valorizar o que vem cá de dentro, aqui seguem algumas marcas nacionais. De vestir, comer e beber! Assim tudo à mistura, que é para se prestar mais atenção ao que é nosso:


Salsa
Tiffosi
Throttleman
Fly London
Quebramar
Sonne Butti
Pablo Fuster
Sacoor
Globe
Reverie
Simel
Lanidor
Cheyenne
Casa Batalha
Red Oak
Parfois

Nails4'us
Hera
Petit Patapon
Charles
Cubanas
Seaside
One(relógios)
Ana Sousa
Andreia (vernizes)
Decénio
Foreva
Shop 1One

Água das Pedras e Azeite Gallo e Oliveira da Serra, já agora!

E finalmente... a minha preferida: Chocolates Regina!!! Desde 1928, fundada em Alcântara, portuguesíssima!!


Muitas destas, são uma bela surpresa, saber que são nossas! Algumas destas lojas não vendem naturalmente só peças fabricadas cá, mas também há aquelas marcas que são estrangeiras e por por vezes são fabricadas em Portugal (ex.: Prada - que não é para o meu bolso). Isto tudo em busca duma etiqueta "Made in Portugal"!

domingo, 23 de outubro de 2011

Chegou!

Acho que estou a ouvir gaivotas!! Se calhar agora é a sério! A julgar pelas notícias e pela carga de água tocada a vento, é mesmo a sério! A chuvinha e o frio chegaram. E nada de galochas ainda. Na Primark só havia tamanhos mais apropriados para o Abominável Homem das Neves. Na Blanco havia o 36, num azul que ainda não percebi se gostei ou não, mas que me vi grega e roxa para tentar descalçar. Acho até que corei com a perspectiva e o pânico de ter que chamar uma menina para me ajudar a tirar. Não sei, pareceu-me que fez efeito vácuo e quanto mais puxava, pior era. Mas lá consegui, ufa! As galochas ficaram, veio isto:

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Botas de borracha

Onde comprar galochas de borracha giras, que NÃO deixem os pés "molhados" e que sejam baratas?? Assim com o aspecto das Hunter... mas, enfim, mais baratinhas? Onde? Até porque a intenção é mesmo levá-las para a terra e não andar a passeá-las no Chiado. Help!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Matematicamente falando...

Ora bem:
Se se vai ter que trabalhar 30 minutos a mais por dia e neste momento eu já ando a trabalhar 2 horas a mais, isso significa que é melhor eu começar a reduzir 1h30 minutos?? É que se toda a gente vai mudar, eu também quero mudar algo! Não me quero sentir uma parasita na sociedade, com o povo todo a alterar a sua rotina e eu na mesma. Preciso sentir-me integrada! Há que fazer os acertos!!...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

No tempo das azedas

Hoje comprei o segundo livro da Caderneta de Cromos do Nuno Markl. A Caderneta de Cromos Contra-Ataca. Pareço uma maluquinha a ler o livro e a gritar "olhaaaa, olhaaa" de cada vez que viro a página, como se estivesse a ter uma visão de algo que é infinitamente querido e partilhado por toda uma geração, inclusivamente as maravilhosas azedas. As azedas que eu alegremente arrancava do campo para chupar o caule e sentir aquele sabor... pois, azedo, mas tão bom! Até me terem começado a dizer que talvez os cães urinassem por ali, aquilo era de facto uma festa. Depois dessa informação, completamente desnecessária, acabou-se o reinado das azedas para mim. Nunca mais. Mas são memórias que não desaparecem e para isso muito contribuiem estes livrinhos. Para reavivar e para relembrar porque é que a geração de 80 era tão maravilhosa! Porque tinhamos o He-Man, os Marretas, os Amigos do Gaspar, o Bocas e o Roque Santeiro. E o tempo passa, mas não nos esqueceremos jamais do "bush-bush" e do "soio toio moio". Ou do "Estou certo ou estou errado, Porcina?"

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Aqueduto Águas Livres

Finalmente vou visitar o Aqueduto das Águas Livres e andar por aqueles caminhos húmidos e escuros! Como tal, já me estive a inteirar sobre a sua história que é para a minha pessoa poder apreciar ainda mais a visitinha. Não sabia que uma das razões por ter estado fechado ao público tanto tempo foi por ter existido um criminoso/psicopata chamado Diogo Alves que se escondia e atacava as pessoas que lá passavam, atirando-as do alto do aqueduto cá para baixo! E que durante um tempo se pensava que era uma onda de suicídios, até que afinal se descobriu. Consta que foi condenado à morte. A ver de mais factos.